Contacto : mail@albertomesquita.net

           
        Home    
           
     
 
Início
Jusqu'au bout
Shakespeare - Hamlet
L Antruido de las Palabras
Três Regalos
Reflexões sobre Fotografia
Pirilampos
Nietzsche - Zaratustra
Adivinha
Palavras Predilectas
Roy Bathy - Blade Runner
A Força da Palavra
Natal - Manuel Bandeira
Natal - P. H. de Mello
Natal - Os Reis
Blue Skies
Le bonheur de ce monde
O Fim da Aventura
Oppressors
Os miosótis
Quotations
Minho
Schopenhauer
A Sibila
St. Crispen's Day Speech
Felicidade
Ernest Schackleton
Cantiga para quem sonha
Oh God
Sobre Arte
Apocalipse Now
Mãe
Our Life
Toada de Portalegre
Mount Analogue
Caridade - S. Paulo
Seres Lendários
Esconjuro
Mary Elizabeth Frye
De Tarde
Road Less Travelled
Senhora Partem Tam Tristes
Stop All The Clocks
Bem-Aventuranças
Risks
Menina
Desiderata
Goethe
Artur C. Clarke
Frases da Net
Arte em Macau
Poema
Arte da Cosinha
Ernesto Renan
Boa Noite
A Terra
Graffitis
As Amoras
Era Briluz
Só Deus basta
Menina Gorda
Gorgeous
Cântico Negro
On Being ill
Sôbolos Rios
O Juramento do Árabe
Four Quartets
A Senhora de Brabante
Vaidade
 
 

 

O Meu Moleskine

No Natal de 2003 recebi de prenda (da minha irmã, parece-me), um daqueles famosos cadernos de notas da marca "Moleskine". A partir dessa altura, comecei a registar, entre outras coisas, frases, citações, poemas e outros pequenos textos que me iam passando pela frente e que por alguma razão despertavam interesse ou curiosidade, mesmo que já os conhecesse anteriormente.

À medida que o tempo passava, algumas pessoas olhavam para o caderninho e, por vezes, faziam até perguntas sobre o conteúdo. Cinco anos e meio depois e já quase sem páginas em branco, acedendo a "pedidos de várias famílias", surgiu a ideia de transcrever os ditos textos para o site da Internet, ideia essa inicialmente impensável por uma questão de privacidade, e ainda não totalmente resolvida.

O conjunto não segue qualquer critério de organização e não houve grande preocupação em verificar e comparar (cotejar, como dizem os eruditos) com as fontes, corrigir eventuais questões ortográficas ou adicionar informação que ajude a contextualizar ou perceber porque razão certas frases foram parar ao Moleskine. No entanto, os autores são sempre indicados.

Relativamente aos poemas transcritos, não constituem necessariamente uma selecção dos que considero mais relevantes ou que mais goste; há muitos outros que não li durante este período ou então, simplesmente, não me dei ao trabalho de anotar. Mas todos os aqui mencionados me dizem qualquer coisa e fazem parte da minha memória permanente.

O texto das Palavras Predilectas é um pouco diferente porque não se limita a copiar, referir ou transcrever; é uma lista pessoal, escrita sem recurso a qualquer fonte (à medida que as palavras me ocorriam) e, por esse motivo, poder-se-á considerar "produção própria". É a única excepção, pois as cerca de duzentas páginas do livrinho contêm muita outra produção mas que constituem notas práticas sem interesse e/ou são pessoais.

Finalmente, não posso deixar de dizer que, em geral, não me agrada nada o uso frequente de citações.

Junho de 2008